Saint’s
Ele é um homem, que é constantemente julgado.
Ninguém nunca o vê maltratar alguém.
E quando vê, é por que está ameaçado.
Ele nunca havia destilado ironia...
Até ser profundamente provocado.
Andou reformulando seus ideais, e se tornou um ser estranho.
Tem sido um pouco seco. Um tanto quanto estúpido.
E nunca mais jurou proteger, todos aqueles que amava.
E ele jurou não procurar saber, como o mundo estava.
Se arrependeu de ter tentado, e tem afundado.
Deixou de acreditar na humanidade, deixou de andar pela cidade.
O seu refúgio era o céu o mar. E provocar os risos de felicidade.
Sua terapia diária e intensiva. Que se tornou exaustiva.
Se cansou de hipocrisia, se cansou de anistia. Prometeu não perdoar.
Ele não enxergava mais as pessoas com outros olhos. Ele já não sabia amar.
E ele nunca deixou de ajudar, a quem precisasse.
E mesmo sendo ácido e sarcástico, tinha um tom eclesiástico.
Ele haveria de morrer um dia, seja pelo tempo ou por mãos inimigas.
Ele haveria de parar de avisar. De mostrar a quem amara um dia,
O que não se deve confiar. Nunca se deve confiar.
E hoje ele será caçado pelos religiosos,
Por ser um bom homem e nunca ter contado o segredo.
O sol e a lua irão se tocar, e o mundo cairá em medo.
Enquanto o seu nome é devidamente abençoado.
Bendito seja o Saint’s, o pobre coitado.
Auto-retrato.
ResponderExcluirAuto-retrato.[2] E por sinal muito lindo, as vezes nos parecemos muito. ^^
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