É como apertar um punhado de areia nas mãos
É como implorar ao padre pra que te possas perdoar.
É olhar para o azul do céu laranja-avermelhado,
É sentir seu corpo ser recarregado pelo mar.
É acordar e não abrir os olhos
É escutar e não ouvir falar,
É ter mãos e não sentir tocar.
É sentir raiva e guardar.
É olhar toda e não ver
É o não ter mais pele pra arrepiar,
É ser um clássico moderno.
É ter lápis e não desenhar.
É ser amado e esquecido,
É ser odiado, no entanto querido.
É um é um eufórico depressivo,
É matar o infinito.
É saber e não fazer na vista.
É ter tudo rápido e sentir demora.
É ser o romântico realista.
É nada ao mesmo tempo tudo, e no inexato agora.
Barulho demais distrai a mente.
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