Em quanto você jura viver a vida como uma louca,
Em quanto dizem ser muito mais do que coisa pouca,
Eu vejo os prédios caírem com os filhos do sol.
Eu vejo os filhos dos filhos, os filhos do sol.
E meu corpo se arrepia, e minha alma rodopia
Agora sim podemos em fim viver!
Vejo as portas, as grades e me sinto tão mal
Que quase posso vomitar.
Então quando me retiro para meu refúgio numa ilha,
Que volto evoluído, elevado, meu corpo queimado
Tenha certeza que foram os filhos do sol.
Os filhos, filhas e irmãos do sol.
Não mudo tão fácil, sou muito igual.
Não mudo tão fácil, eu sou um filho do sol.
Não diga que eu sou um homem comum.
Eu sou e serei, um pai, um filho, e um irmão
Do sol.
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