sexta-feira, 17 de julho de 2009

Êpa.

“Êpa” é tudo o que vem a minha mente.
Vejo pessoas que querem ser tão normais. Se esgueiram todos os dias em busca da perfeição social. Esquecem o valor da palavra e da liberdade para não parecerem “diferentes” do conceito belo criado por eles.

Dizem que os livres são estranhos, “sem noção”, dizem que nós somos o que há de mais insano, dizem que nós estamos em busca do ridículo. Mal sabem essas pessoas que o maior ridículo é estar diante de uma televisão, assistindo programas estúpidos, de gente estúpida,
copiando o que acham de mais interessante da moda como uma máquina que só faz xérox.

Ledo engano meu caro.
É justamente desse tipo de gente que eu tenho pena. Gente que vai caminhar, vai tentar chegar no topo da montanha e vai tropeçar e causar uma avalanche. Uma avalanche devastadora que vai sufocá-los.
Hmm... O fato dessa galera não procurar a liberdade de se expressar é o que mais é interessante. Andar sempre na linha, se importar com as críticas, preocupar-se com besteiras. Digo isso por que já fui um desses tipos de pessoa. Para eles, hoje, eu sou o idiota.

E isso é interessante.
Amigos desconectados da Matrix, - piada besta - vamos ver qual vai ser o idiota que vai cair primeiro. O que se desconectou das beisteirolas dessa encarnação, ou quem está preso nela e vai chorar em casa quando disserem que o corte de cabelo estar horrível.
-ou algo pior-

Tiago Santos

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