quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Asas para anjos, Imortalidade para os Deuses.

Eu tentei um anjo,
E ele pediu a mortalidade.
E por pecado, caímos em terra.

Só que pra minha desventura,
Esse anjo quis se desvencilhar,
E ao acaso eu lhe dei,
A asa que havia roubado.

Agora que ele voa,
Alto, rápido e livre,
Eu venjo a sombra que ele projeta,
Embaixo do sol.

Não me sinto mal,
Pássaros não devem ser engaiolados,
Tomem essa ambrosia de mim,
Pois meu amor, continua imortal

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